Havia um bolo de supermercado com a inscrição "PARABÉNS, LEO!" em glacê azul quando meu filho entrou na cozinha; ele parecia ter visto um fantasma.
Isso me fez baixar a sacola de canos.
Leo tinha dezoito anos, era alto e geralmente tranquilo. Mas naquele dia, ele estava parado na porta, pálido e com o maxilar cerrado, segurando o celular com tanta força que achei que conseguiria quebrá-lo.
"Ei, querida", eu disse. "Você está com uma aparência péssima. Diga-me que você não comeu a salada de batata que sobrou do vovô."
“PARABÉNS, LEO!”
Ela não esboçou um sorriso.
– Leo?
Ela passou a mão pelos cabelos. "Mãe, você pode se sentar? Por favor?"
Ninguém diz isso casualmente quando você criou seus filhos sozinha.
Enxuguei as mãos num pano de prato e tentei fazer uma piada mesmo assim. "Se você tem alguém grávida... preciso de dez segundos para me tornar o tipo de mãe que lida com isso tão bem. Sou muito nova para ser uma 'mãe glamourosa'."
Isso me fez esboçar um leve riso.
– Não é isso, mãe.
"Está tudo bem. Ótimo. Não ótimo, mas melhor."
Sentei-me à mesa da cozinha. Leo levantou-se por um segundo e finalmente sentou-se à minha frente.
“Mãe, você pode se sentar? Por favor?”
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