"Eu sei", sussurrei.
Naquela noite, dormi no sofá porque as escadas eram muito pesadas.
Marcus não conseguia encontrar sua pasta escolar. Phoebe chorava por causa de um brinquedo quebrado. Elliot derramou o leite. Mary preparava os lanches em silêncio, sem que ninguém pedisse.
Margot trouxe-me uma manta e fingiu não notar que eu não me mexia há muito tempo.
Por volta da meia-noite, ele estava na porta de casa vestindo o velho moletom do pai.
"O papai vai voltar?", ela perguntou.
"Acho que seu pai está confuso", eu disse gentilmente.
Ele olhou fixamente para mim. "Eu não te perguntei isso."
Não… não foi.
A caixa baixou a voz. "Pode tentar outro."
Mas não havia outra maneira.
As crianças me cercaram: George colocando doces no balcão, Sophie perguntando sobre cereais, Marcus tentando não parecer preocupado.
Comecei a guardar as coisas. Morangos. Suco. Queijo.
Depois vêm as fraldas.
Uma mulher atrás de mim ofereceu: "Eu pago."
Balancei a cabeça negativamente. —Não, obrigada.
-Tudo bem.
"Eu pago", eu disse, forçando um sorriso.
O que eu quis dizer foi: tenho sete filhos me observando. Não vou deixar que me vejam vacilar.
No estacionamento, eu disse para eles se sentarem nos bancos próximos com casquinhas de sorvete.
"Fique onde eu possa te ver", eu disse a Margot.
Ele assentiu com a cabeça. "Eu sei."
Assim que eles se acomodaram, liguei para Evan.
Ele atendeu ao quarto toque. "O quê?"
—Meu cartão foi recusado.
Silêncio.
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